
O termo “BASQUETE DE RUA” não tem origem apenas no jogo conhecido como BASQUETE DE RUA, mas também tem uma associação especial com a cultura da juventude. O esporte é conectado à imagem do gueto, que este tem ligação com a música (Hip Hop: GRAFITE, RAP, DJ, b. BOY ). Esta associação deve-se provavelmente às raízes do BASQUETE DE RUA, encontradas nos quintais de cidades grandes americanas, onde muitos jovens negros de comunidades mais pobres dos Estados Unidos vêem no esporte uma possibilidade maior e especial para um futuro melhor.
O primeiro grande ícone do BASQUETE DE RUA foi o universitário Earl “the Goat” Manigault em meados da década de 50. Este malabarista das quadras de 1,89m, considerado por muitos o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos, parecia desafiar a gravidade e será recordado sempre como uma lenda do esporte.
No Brasil, o BASQUETE DE RUA tem fornecido jogadores também para o basquete de quadra, como é o exemplo do norte-americano Bryan Taylor que disputa a Liga Nacional Brasileira pela equipe de Limeira/SP .
O BASQUETE DE RUA dá ao jogador a liberdade de criar e improvisar jogadas espetaculares. O BASQUETE DE RUA é a continuação do basquete de quadra, onde são valorizadas, principalmente, a habilidade e criatividade de cada atleta, ou seja, a altura não é fator indispensável, e sim a habilidade técnica e de improvisação de cada atleta. Com regras menos rígidas do que o basquete de quadra, o basquete de rua pode ser jogado com qualquer tipo de formação; desde o um contra um até o 5 contra 5. No entanto, entre as disputas mais comuns está o 3 contra 3, que é o torneio mais conhecido no Brasil. Quem assiste a uma dessas disputas tem a garantia de presenciar um verdadeiro espetáculo, com jogadas inesperadas e enterradas sensacionais.
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